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13 de maio de 2010

Paragem de autocarro

Final de tarde, início de regresso a casa. O painel marca 12 minutos para o 22, mas estes painéis nunca são de fiar. Sento-me no banco e aprecio a Avenida. Há pouco trânsito e poucas pessoas na rua. O sol, já enfraquecido, lança os seus ténues raios contra a cidade. Tudo parece calmo... Somente este vento frio que apareceu me faz sentir desconfortável. Enquanto estou à espera, este texto ganha vida na minha mente. Já me habituei à maneira como as palavras me invadem o pensamento, vindas do nada, e criam um turbilhão de emoções.
O autocarro chega. O painel marca 3 minutos. Eu bem vos disse que eles não são de fiar.

9 de março de 2010

Finalmente!

Finalmente um raio de sol que dura mais do que uma hora,
um Sol que no céu azul se demora,
uma nuvem que já não chora.

Finalmente um calor que nos acolhe,
uma luminosidade para onde quer que olhe.
Já não há carro que me molhe!

Finalmente se fez um dia bonito!